Repensando o Dia da “Consciência Negra”

Paulo Cruz é negro, tem a mente sã, deseja compreender as coisas como elas são, e defende o mérito e o crescimento intelectual das pessoas.

Esperando as Musas

Repensando o Dia da “Consciência Negra”

Crítica e sugestões

Quando o mês de novembro desponta, além da espantosa sensação de que o Natal está chegando, minha caixa de e-mails é tomada por mensagens sobre o famigerado “Dia da Consciência Negra”. São programações e mais programações girando em torno do tema; todas repetindo mais e mais dos mesmos jargões; e todos os anos me faço a mesma pergunta: Consciência do quê? E se pensarmos por cinco minutos no assunto, outra pergunta rapidamente nos virá à mente – a não ser que uma alienação militante já nos tenha paralisado o pensamento: consciência tem cor?

A bem da verdade, essas questões de raça – uma invenção das mais funestas – já deveriam há muito ter sido superadas. Como dizia o velho Aristóteles:

 Dado que as coisas são em parte forma e em parte matéria, as contrariedades relativas à forma produzem diferença…

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